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Prof. Dr. Antonio Carlos Simões

Possui licenciatura em Educação Física pela Escola de Educação Física e Esporte da USP (1972). Licenciatura em Pedagogia pela Faculdade de Educação Campos Salles (1979). Licenciatura e Bacharelado em Psicologia, e formação de Psicólogo pela Universidade Guarulhos (2001). Mestre em Educação Física pela Escola de Educação Física e Esporte da USP (1987). Doutor em Ciência da Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes da USP (1990). Estágios especializados nos Institutos de Educação Física de Madrid (1975) e Moscou (1983). Professor Titular da USP-EEFEUSP (2005).

Coordenador e Pesquisador do Laboratório de Psicossociologia do Esporte LAPSE e do Grupo de Estudos e Pesquisas em Psicossociologia do Esporte GEPPSE da Escola de Educação Física e Esporte da USP. No curso de Bacharelado em Esporte, ministra as disciplinas de Esporte e Psicologia, Esporte e Sociologia. No curso de pós-graduação ministra disciplina e orienta nas áreas de Estudos de Esporte, Pedagogia e Biodinâmica do Movimento Humano, atuando nas linhas de pesquisas: aspectos psicossociais do esporte; aspectos psicológicos da competição infantil, aspectos psicológicos do esporte de rendimento, e desempenho esportivo.

Padräo de comportamento do stress em atletas de alto nível

O “stress” é um dos aspectos psicológicos que podem ter influência direta no comportamento de um atleta

De Rose Junior, Dante; Vasconcellos, Esdras Guerreiro; Simöes, Antonio Carlos; Medalha, José

O “stress” é um dos aspectos psicológicos que podem ter influência direta no comportamento de um atleta. Existem reaçöes diferenciadas às situaçöes causadoras de “stress” e essas reaçöes podem depender do padräo de comportamento de cada pessoa. O objetivo deste estudo foi o de determinar o nível do padräo de comportamento de “stress” de atletas de alto nível e identificar as situaçöes mais marcantes na determinaçäo de tal comportamento. Fizeram parte da amostra 58 atletas de Seleçöes Brasileiras (36 homens e 22 mulheres) representando as seguintes modalidades: basquetebol e judó (masculino e feminino) e handebol (masculino). Constatou-se que tanto para o homens quanto para as mulheres os níveis obtidos (26,70 e 31,58, respectivamente) foram considerados moderados e näo diferiram dos níveis encontrados em estudos com amostras de näo-atletas. Os resultados mostraram, também, näo haver diferenças estatisticamente significantes entre os atletas dos dois sexos e entre os esportes estudados. Quanto às situaçöes obtidas pelas respostas ao BEPATYA, pode-se observar que as mais enfáticas foram aquelas que apontaram fatores como a responsabilidade, ambiçäo e pressäo do tempo.

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